sábado, 8 de novembro de 2008

Conexões: sobre aprender fazendo

Toda a comunicação é semelhante à arte. Por conseqüência, pode-se perfeitamente dizer que, para aqueles que dela participam, toda prática social que seja vitalmente social ou vitalmente compartilhada (quero destacar o "vitalmente", nas duas expressões) é por sua natureza educativa. Só quando lançada em um molde e tornada rotineira é que perde seu valor educativo (como diagnosticar?). (Trecho de Democracia e educação, de John Dewey; parênteses vermelhos de Rita)

***
Se estamos dispostos a crer na ação de ensinar, e se queremos que nossos filhos aprendam a pensar e agir por si mesmos, precisamos confiar neles. Só quando pratiquem o pensamento, a escolha e a responsabilidade (grifos meus), é que podem aprender a pensar, a escolher e aceitar a responsabilidade. (Trecho de Educação para uma civilização em mudança, de W. H. Kilpatrick; parênteses vermelhos de Rita)

***

Quando uma comunicação deixa de ser vital? I. e., quando é q a comunicação morre? Quando é q a gente mata a comunicação?
Será q, ao matar a comunicação, tb não matamos algo em nós, ao mesmo tempo?
Se tiver alguma idéia, responde com um comment.
Pode ler tb o post Conquista.

2 comentários:

Anônimo disse...

Rita, acredito que a comunicação é a conexão entre os homens. Não se comunicar é não se conectar. É se isolar de tudo e de todos. Para mim é bem claro que há uma espécie de morte oculta nesse indivíduo.
Beijos

rita disse...

Adolfo, oi. Eu sou provavelmente uma manteiga derretida. Mas isso q vc disse, isolar-se é morrer, é tão verdade q me chega como um baque no peito, me emociona.
E quando eu me isolo? Quando me ponho em nível diferente, quando acho q só tenho a ensinar e não a aprender... É uma morte oculta. Bj