Por Rita Foelker
Engraçado que todo mundo que me conhece um pouco, já vê que sou assim: minha cara sempre diz se estou satisfeita ou frustrada, disposta ou cansada, se algo me agrada ou incomoda.
Posso ser gentil por espontaneidade ou por escolha consciente. Como tenho por padrão uma certa tranquilidade nas palavras e gestos, isso não é difícil. Trago em mim um respeito generalizado pelo outro, enquanto ser humano, embora atitudes possam me deixar boquiaberta ou até machucada.
Procuro entender a diferença que existe, para as pessoas, entre o "querer ser" e o "conseguir ser", algo que Calunga me ensinou. Tem gente que não dá conta de ser ela mesma.

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