
Vá além das convenções do mundo, das suas noções de certo ou errado, de bom e ruim, e olhe as coisas como são, e não pelas classificações. (Atitude de Reich na ciência e na vida.) Eu não sou bom nem ruim, nem sábio, nem ignorante, no fundo de nós ninguém é católico ou espírita, João ou Pedro, preto ou branco, homem ou mulher, encanador ou bancário ou médico. No fundo de nós, cada um é só a sua verdade (a minha realidade onde eu sinto, minha objetividade-entre-parênteses, e não a verdade que eu penso possuir e imagino que o mundo deve aceitar como boa pra todos, a objetividade-sem-parênteses) , e se eu mostro a minha e você mostra a sua, a gente não tem por que não se entender. (Trecho de Mestre de Mim Mesmo, de Calunga; parênteses vermelhos de Rita.)
Faço amor com a minha mulher porque a amo e a desejo e não porque tenha um certificado de casamento ou para satisfazer as minhas necessidades sexuais.
Não bato nas crianças, não vou à pesca e não mato veados nem coelhos. Mas não atiro mal e gosto de acertar no alvo.
Não jogo brídge, não dou festas com o fito de divulgar as minhas teorias. Se o que penso é correto divulgar-se-á por si próprio.
Não submeto o meu trabalho às autoridades oficiais de saúde, a não ser que elas possam entendê-lo melhor do que eu. E sou eu quem decide quem pode manejar o conhecimento e as particularidades da minha descoberta.
Observo estritamente o cumprimento das leis quando fazem sentido, e luto contra elas (o que não é simplesmente ignorar, nem transgredir) quando obsoletas ou absurdas. (Não corras já para o presidente da Câmara, Zé Ninguém, porque se ele for um homem decente faz o mesmo.).
Desejo que as crianças e os adolescentes experimentem com o corpo a sua alegria no prazer tranqüilamente (se os adultos não os enfiarem em salas de aula bolorentas cheias de pó de giz, pode ser um bom começo).
Não creio que para ser religioso no sentido genuíno da palavra seja necessário destruir a vida afetiva e tornar-se crispado e encolhido de corpo e de espírito.
Sei que aquilo a que chamas «Deus» existe, mas de forma diferente da que pensas: é a energia cósmica primordial do Universo, tal como o amor que anima o teu corpo, a tua honestidade e o teu sentimento da natureza em ti ou à tua volta. (E a verdade dele continua... A gente se entende...) (Trecho de Escuta, Zé Ninguém!, de W. Reich; parênteses vermelhos de Rita)
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Não sou nem cristão, nem judeu, nem maometano, mórmon, homossexual, polígamo, anarquista ou membro de seita secreta. (Reich e Calunga, tão perto, né?!)Faço amor com a minha mulher porque a amo e a desejo e não porque tenha um certificado de casamento ou para satisfazer as minhas necessidades sexuais.
Não bato nas crianças, não vou à pesca e não mato veados nem coelhos. Mas não atiro mal e gosto de acertar no alvo.
Não jogo brídge, não dou festas com o fito de divulgar as minhas teorias. Se o que penso é correto divulgar-se-á por si próprio.
Não submeto o meu trabalho às autoridades oficiais de saúde, a não ser que elas possam entendê-lo melhor do que eu. E sou eu quem decide quem pode manejar o conhecimento e as particularidades da minha descoberta.
Observo estritamente o cumprimento das leis quando fazem sentido, e luto contra elas (o que não é simplesmente ignorar, nem transgredir) quando obsoletas ou absurdas. (Não corras já para o presidente da Câmara, Zé Ninguém, porque se ele for um homem decente faz o mesmo.).
Desejo que as crianças e os adolescentes experimentem com o corpo a sua alegria no prazer tranqüilamente (se os adultos não os enfiarem em salas de aula bolorentas cheias de pó de giz, pode ser um bom começo).
Não creio que para ser religioso no sentido genuíno da palavra seja necessário destruir a vida afetiva e tornar-se crispado e encolhido de corpo e de espírito.
Sei que aquilo a que chamas «Deus» existe, mas de forma diferente da que pensas: é a energia cósmica primordial do Universo, tal como o amor que anima o teu corpo, a tua honestidade e o teu sentimento da natureza em ti ou à tua volta. (E a verdade dele continua... A gente se entende...) (Trecho de Escuta, Zé Ninguém!, de W. Reich; parênteses vermelhos de Rita)
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