A prece de Francisco de Assis é uma companheira muito antiga. Eu a repeti nos momentos mais difíceis da adolescência e obtive a paz e a compreensão necessária para prosseguir serena e confiante. E ela, a partir de então, nunca mais me abandonou, como eu nunca mais a abandonei. Eu a pronunciei perante meus amigos, cantei sua versão musical em eventos emocionantes e nunca, ao terminar, sentia-me igual me encontrava antes de começar.
Um dia, com a ajuda de um Amigo com “A” maiúsculo, entendi porque isso acontecia.
Bem, como podemos nos tornar “instrumentos de vossa paz”? Analisando superficialmente, alguém dirá que é falando de paz aos outros, evitando conflitos, adotando o perdão como atitude cotidiana, convidando à fé. Não discordarei disso. Porém...
Olhando melhor, vemos que não há nada a realizar no mundo que não se inicie, primeiramente, em nosso íntimo. O primeiro lugar onde levar a luz (e o perdão, e a fé, e a verdade, e o amor...) não é outro senão dentro de nós mesmos.
“A” me disse que um dia eu levaria, sim, todos esses valores a todos os lugares. Mas vai acontecer somente quando eles estiverem plantados em meu coração com raízes suficientemente firmes.
Enquanto essa realização íntima não se concretiza firmemente, no momento ele e eu ainda nos encontramos no binômio “dúvida” e “fé”. Quando digo “onde houver dúvida, que eu leve a fé”, estou falando, atualmente, das minhas próprias dúvidas, incertezas, inseguranças e medos. E de nada mais que isso, por hora. Não falo das dúvidas e inseguranças do mundo ou da sociedade – não poderia!
Muitas vezes, tenho tido que desembaraçar o novelo das dúvidas para encontrar o fio da fé que me liga diretamente ao amor presente em tudo. E constato que este fio tem estado sempre lá, pronto pra ser encontrado. Como era de se esperar.
Um dia, com a ajuda de um Amigo com “A” maiúsculo, entendi porque isso acontecia.
Bem, como podemos nos tornar “instrumentos de vossa paz”? Analisando superficialmente, alguém dirá que é falando de paz aos outros, evitando conflitos, adotando o perdão como atitude cotidiana, convidando à fé. Não discordarei disso. Porém...
Olhando melhor, vemos que não há nada a realizar no mundo que não se inicie, primeiramente, em nosso íntimo. O primeiro lugar onde levar a luz (e o perdão, e a fé, e a verdade, e o amor...) não é outro senão dentro de nós mesmos.
“A” me disse que um dia eu levaria, sim, todos esses valores a todos os lugares. Mas vai acontecer somente quando eles estiverem plantados em meu coração com raízes suficientemente firmes.
Enquanto essa realização íntima não se concretiza firmemente, no momento ele e eu ainda nos encontramos no binômio “dúvida” e “fé”. Quando digo “onde houver dúvida, que eu leve a fé”, estou falando, atualmente, das minhas próprias dúvidas, incertezas, inseguranças e medos. E de nada mais que isso, por hora. Não falo das dúvidas e inseguranças do mundo ou da sociedade – não poderia!
Muitas vezes, tenho tido que desembaraçar o novelo das dúvidas para encontrar o fio da fé que me liga diretamente ao amor presente em tudo. E constato que este fio tem estado sempre lá, pronto pra ser encontrado. Como era de se esperar.
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